sometimes...

Sigo... Não sei como, nem para aonde, apenas sigo. Hoje, é só mais um dia dos que restam para que o ano se acabe e outro comece e assim sucessivamente outro ano, outro ciclo, outra história. Entre biliões de pessoas, gotas de água e grãos de areia, me encontro sozinha com a minha história, tão patética mas tão minha.
Escrevo hoje, porque hoje é o momento de desabafar, o agora é tudo de mais certo que tenho nas minhas mãos. Minha história se entrelaçou, entrelaça, e entrelaça-ará com mais mil histórias que estão perdidas por ai. Sento em uma calçada, na frente de um bar, alguém pergunta se eu quero uma bebida, aceito uma Vodka, preciso disso pra poder esquecer dos problemas "lá de fora". Estranho né? o "lá fora" está tão dentro e presente em mim, que não consigo esquecer e nem me desligar, mesmo que esteja na sarjeta, embriagada, já sem consciência.  Bebo, acordo em um lugar estranho, e assim que abro os olhos além de todos os problemas, levo comigo a ressaca. Chego a conclusão de que a solução dos meus problemas é encara-los de frente, fugir ou me esconder em um copo de Vodka, Whisky ou Cerveja só fará com que eu tenha ressaca, ou seja, mais um problema para resolver. Enfim, levanto a cabeça e continuo andando. Sem sentido? Talvez, mas não deixa de ser real, patético e meu.

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